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Imbróglio

Acélio Casagrande explica sobre encerramento do Centro de Retaguarda e abertura de novo hospital

O principal entrave para a nova unidade está sendo sobre custeio

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Acélio Casagrande explica sobre encerramento do Centro de Retaguarda e abertura de novo hospital
Foto: Divulgação/Decom Criciúma

O Centro de Retaguarda do Rio Maina deve virar um novo hospital para atender Criciúma e região. Isto é o que projeta a Secretaria de Saúde de Criciúma, porém, um entrave sobre o custeio da nova unidade está dificultando a abertura. A ideia é repassar a estrutura para responsabilidade do Governo do Estado, tornando o equipamento semelhante aos hospitais São José.

A partir do dia 2 de setembro, o Centro de Retaguarda do Rio Maina, aberto desde dezembro de 2020, não terá mais internações de pacientes com coronavírus, porém o Centro de Reabilitação Pós-Covid continuará funcionando e atendendo a população, segundo o secretário de Saúde, Acélio Casagrande.

“Estamos em construção, é uma tarefa que não é tão fácil. Nós vamos manter a reabilitação e ampliar para fazermos ali também internações de pacientes paliativos que precisam ficar acamados. Isto porque, o objetivo, é ampliar as cirurgias no Hospital São José. É uma construção difícil. Nessa terça-feira, estive em Florianópolis falando sobre vacinas e também sobre a unidade do Rio Maina, e isso é um bom passo e sinal”, destacou Casagrande em entrevista ao Portal Engeplus.

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Após oito meses, Hospital de Retaguarda do Rio Maina será fechado em setembro

O secretário ainda explica que o novo hospital seria de retaguarda para o São José. “Nós iríamos conseguir ampliar os atendimentos de alta complexidade no São José e isso ajudaria muito na saúde pública da nossa região”, analisa.

O Centro de Retaguarda do Rio Maina será fechado na próxima semana, porém os equipamentos ficarão na unidade. “Foi um contrato emergencial e fizemos as pressas. O contrato se encerra, mas a estrutura ficará montada até que se defina sobre a nova gestão. Toda essa discussão vai levar um tempo ainda”, afirma. “A nossa vontade é definir logo. O que está travando são os recursos de custeio”, finaliza.

O novo equipamento de saúde, caso seja concretizado, será chamado Hospital Santo Agostinho. A estrutura já foi colocada à disposição do Governo do Estado e não terá relação com o antigo objetivo da Casa de Saúde do Rio Maina, que atendia pacientes da área psiquiátrica.

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