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Objetos de memória

Fichas e cartões telefônicos: Criciúma prepara exposição que resgata história da telecomunicação

Campanha da Fundação Cultural de Criciúma está arrecadando os objetos no município

Por Patrick Stüpp

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Fichas e cartões telefônicos: Criciúma prepara exposição que resgata história da telecomunicação
Foto: Ilustrativa | IA

Fichas e cartões telefônicos serão utilizados em uma exposição em Criciúma. Embora a modernidade, os moradores que ainda guardam possíveis lembranças de como funcionava os meios de comunicação tempos atrás poderão ser protagonistas desta nova iniciativa no município. Os objetos de memória podem ser entregues na Fundação Cultural de Criciúma (FCC), na área central da cidade. A campanha iniciou nesta quarta-feira, dia 21. 

Presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Uliana Zappelini contou que a ideia para a iniciativa surgiu após a instalação de um telefone público, o famoso ‘orelhão’, em um dos jardins do próprio Centro Cultural Jorge Zanatta (CCJZ). Cada vez menos presente no cotidiano das pessoas, o equipamento utilizado antigamente para ligações telefônicas será preservado como um objeto de memória das telecomunicações de outras gerações. 

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“O orelhão é um objeto de memória que desperta lembranças. Muitas pessoas que passarem por aqui vão recordar histórias, conversas e momentos de suas vidas em que esse telefone fazia parte do cotidiano. Ao mesmo tempo, para muitas crianças que já nasceram cercadas por celulares, será uma oportunidade de conhecer como eram feitas as chamadas telefônicas”, afirmou Cristiane. As doações podem ser entregues no local das 8 às 17 horas.

De acordo com a presidente, além de contribuir para a preservação da memória, o telefone poderá também ser utilizado como recurso educativo durante possíveis visitas feitas à Fundação Cultural de Criciúma. A partir deste equipamento, as pessoas poderão conversar sobre tecnologias, modernidade e globalização, explorando temas como os códigos DDD e a comunicação entre diferentes estados brasileiros.

“A proposta é que o orelhão seja também um objeto vivo, capaz de despertar curiosidade e aproximar novas gerações da história cotidiana. Para ampliar esse acervo, a Fundação Cultural de Criciúma convida a comunidade a doar cartões telefônicos e ficas de orelhão. Os objetos serão preservados como parte da memória das telecomunicações e poderão ser conhecidos por diferentes gerações”, destacou Cristiane.

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