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Fevereiro Roxo

Alzheimer: segundo mês do ano destaca a importância do apoio familiar na descoberta da doença

Ela ocorre por um depósito de proteína no cérebro

Por Emanuela Teixeira - emanuela.teixeira@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Alzheimer: segundo mês do ano destaca a importância do apoio familiar na descoberta da doença
Foto: Freepik/Ilustração

Assim como a fibromialgia, o Fevereiro Roxo também reforça a conscientização ao alzheimer. A doença é um distúrbio cerebral degenerativo, incurável e progressivo, que representa a forma mais comum de demência em idosos. Conforme a médica neurologista, Tatiana Pizzolotto Bruch, ela ocorre por um depósito de proteína no cérebro, que impede o funcionamento correto dos neurônios.

Para a especialista, o período de conscientização é importante não só para os pacientes, mas também para os profissionais, que têm a chance de se aperfeiçoar mais no tema. “Sempre que temos um dia, mês ou alguma data específica, nossa atenção se volta para isso. Estudamos mais, ouvimos, aprendemos e entendemos mais sobre a temática”, detalhou Tatiana.

Os principais sintomas apresentados pela doença são a alteração de memória, de comportamento, dificuldade de localização e ações de repetição. Ela é uma das doenças que mais causa medo nas famílias quando descoberta. “O primeiro impacto é o diagnóstico, o saber que está doente. Na sequência vem o medo do futuro. Além disso, a falta de entendimento e apoio familiar. É importante que esses familiares saibam que o diagnóstico precoce é fundamental, que existem formas de desacelerar a doença e que devemos nos preparar para o futuro”, explicou a médica.

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Além da atividade física e da convivência em sociedade, a melhor forma de tratamento para a enfermidade é o diagnóstico precoce. “Cada vez mais a medicina vem evoluindo, proporcionando que os diagnósticos de demências, inclusive de alzheimer, sejam feitos mais precocemente e precisos. O melhor tratamento é o diagnóstico precoce, atividade física e convivência em sociedade”, frisou.

“Gosto de lembrar que a doença de alzheimer é a demência mais comum, porém existem muitas outras. E é necessária a investigação para o diagnóstico correto. Além disso, gostaria de dizer que o paciente com a doença precisa de apoio, mas toda a família dele também”, concluiu Tatiana.


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