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Casa da Cultura se "transforma" em pirâmide

Por Richard De Luca - richard.deluca@engeplus.com.br

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A partir de hoje a Casa de Cultura, no Centro de Criciúma, está com cara de pirâmide do Egito, pelo menos no lado interno. Isto porque o Museu Egípcio Itinerante está funcionando com cerca de 250 réplicas de peças antigas como múmias, sarcófagos, joias e esculturas. O museu já percorreu países como Alemanha, Nova Zelândia, África do Sul e Estados Unidos.

Esta é a segunda vez que as peças passam por Criciúma, a primeira foi em 1997. “A ideia é levar a cultura egípcia para quem não tem condições de visitar o Egito”, explica o artista plástico e dono do acervo, Essan El Battal. Conforme Battal, o povo brasileiro é o que mais gosta do museu. “Atingimos um terço do país, mas queremos levar as peças para o máximo possível de pessoas”, informa.

O museu fica aberto até o dia 22 de outubro, de segunda à sexta-feira, das 8 horas às 21 horas. A entrada custa R$ 4 para estudantes e R$ 8 para o público em geral. Depois de Criciúma, as peças egípcias devem ir à São Paulo ou Fortaleza.

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