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Caso Kenefer:

Caso Kenefer: Defesa garante que acusado não tinha intenção de matar

Por Jussi Moraes - jussi@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Após o Ministério Público fazer a acusação do homem preso por estuprar e matar a menina Kenefer Maria de Jesus Guimarães, o advogado Carlos Rodolpho Pinto da Luz fez a defesa do réu. Ele aponta que estranhamente surgiram inúmeras pessoas apontadas como suspeitas durante a investigação, inclusive familiares da vítima. Até que foi confirmado o DNA do acusado.

O advogado afirma que a intenção foi especificamente de estuprar. “A boca foi tapada para que a menina não berrasse. Só que Kenefer acabou sendo asfixiada”, relatou. Tanto que, conforme o advogado, a menina já estava morta quando foi pendurada no alambrado do campo, no bairro Floresta II. “Ele alcançou a morte pelo estupro, não porque queria matar. Então foi um estupro seguido de morte”, defendeu.

Outro fato mencionado pelo advogado foi quanto ao laço no pescoço da garota. “A menina estava pendurada e com o corpo encostado no chão, ela não morreu por conta da calça que foi amarrada no pescoço, assim como não havia marcas de sangue”, elencou. A defesa exibiu um vídeo com o depoimento do médico legista João Borges, que confirmava a informação de que a garota já estava morta quando foi pendurada.

A sessão entrará em recesso para almoço e as atividades serão retomadas às 15 horas.

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