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Chuva e vento

Ciclone: região de Criciúma é uma das menos afetadas, destaca coordenador regional

Laércio Pedroso detalhou ações de prevenção da Defesa Civil

Por João Gabriel da Rocha

2 min de leitura

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Ciclone: região de Criciúma é uma das menos afetadas, destaca coordenador regional
Foto: Fabrício Júnior/Arquivo/Engeplus

A região de Criciúma deve ser uma das menos afetadas pela passagem de um ciclone extratropical em Santa Catarina, segundo o coordenador regional da Defesa Civil, Laércio Pedroso. Apesar da previsão de chuva e vento forte, o cenário é considerado pouco alarmante para o município e arredores. As rajadas de vento podem chegar a até 70 km/h na quarta-feira, dia 10.

Pedroso explicou que o cancelamento das aulas em 20 cidades do Sul catarinense gerou apreensão entre a população, mas ressaltou que a medida é preventiva e foi adotada pela Secretaria de Estado da Educação. "As gestões municipais podem seguir ou não as orientações de acordo com suas informações. Preferimos pecar pelo excesso do que pela falta”, afirmou em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

A Defesa Civil trabalha com uma escala de alerta por cores, que vai do branco (sem riscos) ao vermelho (risco muito alto) “Nesse momento, praticamente o estado inteiro está na cor laranja (alerta), onde já estivemos em vários momentos”, pontuou o coordenador.

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Cor laranja representa estado de alerta no mapa divulgado pela Defesa Civil de Santa Catarina.(Foto: Divulgação/Defesa Civil)

Ele reforçou que os alertas têm caráter preventivo e não foram emitidos para causar medo. “Queremos apenas conscientizar as pessoas sobre a chuva e vento que estão vindo. De qualquer forma, nossas equipes de resposta estão preparadas para o que acontecer”, enfatizou.

Por fim, o coordenador informou que o trabalho de preparação envolve diversos órgãos. “Falamos com empresas fornecedoras de energia, bombeiros, policiais, com o Exército e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O que importa é que se vier estamos em condições de atuar, mas torcemos para não dar nada”, acrescentou.

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