Portal Engeplus
Publicidade
Segurança

Forquilhinha recebe o programa Rede Catarina de Proteção à Mulher

Rede trabalha em conjunto com o Poder Judiciário e o Ministério Público

Foto de Redação Engeplus

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Divulgação / Polícia Militar

A região Sul recebe mais um programa Rede Catarina de Proteção à Mulher. Além de Criciúma, a partir de agora Forquilhinha também contará com o programa que trabalha em conjunto com o Poder Judiciário e o Ministério Público da Comarca.

A Rede Catarina é uma das estratégias dentro do portfólio das Redes de Prevenção da Polícia Militar de Santa Catarina e foi idealizada a partir de práticas bem-sucedidas realizadas em todo o território nacional.

Surgindo da reunião de esforços entre a Polícia Militar, Ministério Público e Poder Judiciário, na medida que este, em suas decisões de Medidas Protetivas, encaminha as vítimas para inclusão no programa de atendimento da Rede Catarina.

Publicidade

O programa objetiva direcionar esforços por parte da Corporação no combate e prevenção à violência doméstica, atuando de forma efetiva na fiscalização das medidas protetivas que o Judiciário concede à mulher vitimada, além de propiciar um canal de comunicação e cooperação entre a Polícia Militar e as atendidas, orientando-as e protegendo-as. Para tanto, a Polícia Militar disponibiliza uma equipe de policiais, na qual, no mínimo, um Policial Militar será do sexo feminino, que realizará contatos telefônicos e visitas às mulheres inseridas no Programa, visando coibir a continuação delitiva do agente e trazer um sentimento de proteção a elas.

Mas a rede é muito mais que uma patrulha, é mais que uma ronda de fiscalização de medidas protetivas. O programa é, de fato, a necessária atenção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, dando voz e dignidade a elas, a partir do conceito de que é possível fazer mais e melhor de forma simples e efetiva.

Leia Mais:

Relacionamento abusivo: entenda como identificar a situação

Violência Doméstica: um crime sem classe social, cor ou aparência

Compartilhar:
Leia a seguirPRF tem novo superintendente em Santa Catarina