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Guarda Municipal

Guarda Municipal de Criciúma estuda adotar armas de eletrochoque

Armamento seria usado somente em casos extremos de imobilização

Por Vanessa Amando - vanessa.amando@engeplus.com.br

2 min de leitura

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A falta de segurança para a Guarda Municipal atuar em Criciúma faz com que a gerência do órgão estude a possibilidade de adotar armas de eletrochoque aos guardas municipais. Hoje, a GM usa spray de pimenta, tonfa (bastão, espécie de cassetete), algemas e colete balístico como itens de segurança pessoal e para imobilização de pessoas. A arma de choque, ou Taser, como também é conhecida, seria um item complementar a ser usado somente em casos extremos, como explica o gerente de operações da GM em Criciúma, Ricardo Strauss.

"Ainda estamos em fase de análise. Realmente, é uma necessidade por questão de segurança, e, caso seja decidido que a GM precisa mesmo dessas armas, vamos elaborar um projeto e encaminhá-lo para votação na Câmara de Vereadores", adianta Strauss. Ele destaca que a arma de eletrochoque é classificada como armamento menos letal e seria usada para imobilizações, mas em último caso.

"Ela tem dois grampos, os quais disparam descargas elétricas quando em contato com o corpo de uma pessoa. Com isso, a pessoa ficaria imobilizada por alguns segundos, tempo suficiente para que o guarda conseguisse agir e pudesse algemá-la, por exemplo. Inclusive, os guardas passariam por uma avaliação, a fim de identificar quais deles estariam aptos para usar a Taser", afirma o gerente.

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Strauss lembra que as guardas municipais de outras cidades, como Tubarão, São José, Florianópolis, Balneário Camboriú e Curitiba (PR), já usam esse tipo de armamento ou até armas de fogo para auxiliar o setor de segurança.

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