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Justiça

Homem é condenado a oito anos de prisão por tentar matar policial militar em Jaraguá do Sul

O autor foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina

Por Redação - jornalismo@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Homem é condenado a oito anos de prisão por tentar matar policial militar em Jaraguá do Sul
Foto: Divulgação

Após uma abordagem no trânsito, um homem deu um soco em um policial, que provocou seu desmaio e, em seguida, chutou a cabeça do agente público desacordado. Réu foi denunciado pelo MPSC e condenado por tentativa de homicídio triplamente qualificado.

O autor foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em Jaraguá do Sul pela tentativa de homicídio de um Policial Militar, foi condenado pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira (19/5), após 12 horas de julgamento. O réu recebeu penas de oito anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado e de um ano, dois meses e 15 dias de detenção por desacato, resistência, desobediência e embriaguez ao volante.

A denúncia da 4ª promotoria de Justiça da Comarca de Jaraguá do Sul relatou que réu conduzia seu veículo embriagado e, após realizar manobra perigosa conhecida como "cavalo de pau", veio a ser abordado por policiais militares. Durante sua abordagem, Hélio desobedeceu ordens dos policiais militares, ofendendo-lhes com palavras de baixo calão.

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Durante a execução de sua prisão, o réu desferiu um soco na face de um dos policiais, levando-o inconsciente ao chão, ocasião em que, com intenção de matar ou assumindo tal risco, veio a desferir um chute contra a cabeça do agente público que se encontrava desacordado.

Perante o tribunal do Júri, o Ministério Público sustentou que se tratou de tentativa de homicídio qualificado por ter sido praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, contra Policial Militar e para assegurar a impunidade dos outros crimes a ele atribuídos.

Na sentença, a Justiça considerou que o réu deverá recorrer preso, pois permanecem inalterados os fatos que o levaram à prisão preventiva, requerida pelo MPSC no curso do processo penal: a alta periculosidade do réu e a fim de assegurar a aplicação da pena, uma vez que foi flagrado de malas prontas para fugir do município ao ser solto sob fiança após prisão em flagrante.

Em virtude da pandemia de Covid-19, a sessão do tribunal do Júri foi fechada, sem participação de público externo, e contou com protocolos de saúde para garantir a segurança dos participantes.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

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