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Meiga e abusada, Anitta chega a Criciúma

Em entrevista exclusiva ao Portal Engeplus, a funkeira manda recado aos fãs e comenta o episódio que envolveu o cantor Naldo na cidade

Por Douglas Saviato - douglas.saviato@engeplus.com.br

4 min de leitura

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Foto: Foto: Reprodução Site Oficial

O maior sucesso da música brasileira da atualidade tem apenas 20 anos de idade. A cantora meiga e abusada Anitta chega à região Sul do Estado neste fim de semana. A funkeira fará show em Criciúma nesta sexta-feira, dia 16, no Germano Rigo.

Anitta, que lançou hits como Eu vou ficar, Proposta, Menina Má e Meiga e Abusada, além do hit de maior sucesso, Show das Poderosas, um dos vídeos mais acessos do Youtube, com quase 46 milhões de acessos, estará em turnê por Santa Catarina a partir desta quinta-feira. A cantora, que já vendeu 40 mil cópias do seu primeiro disco, também faz sucesso nas redes sociais com quase 900 mil seguidores no Instagram.

Enquanto os fãs esperam pela apresentação de Anitta, a Redação do Portal Engeplus entrou em contato e entrevistou a cantora. Entre os assuntos abordados estão a expectativa para a apresentação na cidade e o fato que envolveu o cantor de funk Naldo, que se apresentou em Criciúma no primeiro semestre deste ano e foi polêmica em todo Brasil nas redes sociais. Confira:

Portal Engeplus: Você sempre gostou e cantou funk, era essa a sua vontade como cantora, ou isso veio com o tempo?
Anitta: Sempre quis ser cantora, mas nunca me importou o ritmo. Sempre fui muito eclética, gostava de tudo, inclusive de funk. Mas o funk veio até mim através do produtor que me descobriu, o Batutinha.

PE: Você é muito fã de Ivete Sangalo, já declarou isso muitas vezes e ela já conhece o seu trabalho. Poderemos ver uma parceria entre vocês duas no futuro?
A: Tomara. Ela é muito querida, além de ser um ícone para mim.

PE: Mesmo sendo funk, as letras das suas músicas não têm forte conotação sexual, apologia ao crime, nem retratam o cotidiano nas favelas, como a maioria das canções desse gênero. Seria uma nova vertente do funk? E no que você se inspira para escrevê-las?
A: O funk melody tem essa característica. Não fala de crime. Eu escrevo minhas músicas baseando-me no meu cotidiano, nas coisas que já vi ou já vivi.

PE: Nos últimos meses sua carreira e fama dispararam, algo que você declarou que sempre quis, mas qual foi a maior mudança ou o que está sendo mais difícil para você se adaptar?
A: A rotina é bem diferente. Mas o mais difícil é lidar com a mídia, algumas notas mentirosas, etc.

PE: Em Criciúma, no primeiro semestre, um cantor de funk nacionalmente conhecido veio até a cidade, porém, chegou atrasado e tocou somente meia hora. Por conta disso, ele foi vaiado pelo público e depois postou uma ofensa aos pagantes na rede social Instagram. O que você pensa disso e como é sua relação com os fãs?
A: Não conheço o caso e não sei quem foi. Mas nem sempre sabemos exatamente como as coisas acontecem. Pode ter sido culpa dele, como também pode não ter sido, não costumo julgar sem ter certeza. Minha relação com os fãs é ótima. Sempre dou um jeitinho de estar com eles. Me sinto muito bem ao lado deles, como se estivesse sempre em casa.

PE: Há algumas semanas foi ao ar sua participação com a Sandy no programa Altas Horas. Na ocasião, você comentou ser fã da cantora e ainda cantou duas músicas dela com ela. Como você se vê daqui a alguns anos, como a Sandy?
A: Eu me vejo com uma carreira sólida, constituída e bem legal. Eu admiro artistas que conseguem, com a nossa cultura de tratar tudo como descartável, ultrapassar anos e anos com um trabalho lindo e admirado.

PE: Anitta, para quem você diria: PRE-PA-RA?
A: A todos vocês que estão esperando minha presença na cidade. Muito obrigada pelo carinho e PRE-PA-RA!

Mais informações sobre a apresentação e venda ingressos, acesse este link.

Acesse também o site da cantora: http://anittaoficial.com.br/

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