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Criciúma

Menino de nove anos sofre de hipertensão arterial pulmonar e família precisa de ajuda

Ele foi diagnosticado com a doença há seis anos

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Menino de nove anos sofre de hipertensão arterial pulmonar e família precisa de ajuda
Foto: Rafaela Custódio

Luiz Gustavo Leriano, de nove anos, possui uma doença rara, a hipertensão arterial pulmonar. Ele foi diagnosticado há seis anos e desde então necessita de cuidados da família. Morador do bairro Vila Francesa, em Criciúma, ele é medicado três vezes ao dia e realiza o tratamento em Curitiba. Sua próxima consulta acontece no final deste mês.

A hipertensão arterial pulmonar também referida como pressão arterial alta dos pulmões, é uma doença rara, progressiva e potencialmente fatal, caracterizada pelo aumento na Pressão Arterial Pulmonar (PAP) e aumento na Resistência Vascular Pulmonar (RVP).

A mãe de Luiz Gustavo, Rosana Candido relata que a criança sempre desmaiava na creche e por isso levou o filho ao médico. “Fizemos diversos exames. Mas foi um cardiologista que descobriu a doença. Vamos para Curitiba a cada três meses. Atualmente, ele toma três remédios, sendo que dois são comprados”, explica. “Ele sente falta de ar, não consegue caminhar, brincar ou até mesmo jogar futebol, o que a maioria das crianças fazem e isso é bem complicado”, acrescenta.

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Rosana comenta que precisou parar de trabalhar para cuidar de Luiz Gustavo. “Minha irmã ficava com ele enquanto trabalhava de cozinheira, mas ela também começou a trabalhar e não pode mais cuidar ele. O meu filho precisa de cuidados a mais e não posso deixar ele com qualquer pessoa”, declara.

Atualmente, mãe e filho vivem sozinhos e precisam de ajuda de pessoas próximas. “Ele recebe um auxílio do governo, mas temos que pagar água, energia e comida. Faço uma renda extra cuidando de crianças ou sendo cozinheira, mas não é sempre”, pontua. “Alguns conhecidos nos ajudam com doações de alimentos. Recentemente fiz uma rifa para também arrecadar dinheiro. Estou me virando como posso para não deixar nada faltar para ele”, completa.

Como ajudar?

Rosana comenta que sua principal dificuldade é financeira. “Não posso trabalhar, estou vivendo um momento difícil. Nunca deixei faltar nada para ele, mas infelizmente estou passando dificuldades. Dia 28 de julho vamos viajar para Curitiba, ele vai no médico. Vamos ficar cinco dias longe de casa e tudo isso é dinheiro, por isso estou pedindo ajuda”, comenta.

Os interessados em ajudar poderão entrar em contato pelo telefone (48) 9.9603-9584. A família mora na rua João Thomaz Feliciano, nº 13.

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