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Prisão em flagrante

Suspeito de armazenar e compartilhar pornografia infantil é preso pela Polícia Federal em Cocal

Policiais apreenderam equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento

Por Thiago Hockmüller - thiago.hockmuller@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Suspeito de armazenar e compartilhar pornografia infantil é preso pela Polícia Federal em Cocal
Foto: Divulgação/Polícia Federal

Um homem de 48 anos foi preso em flagrante na manhã desta terça-feira, dia 24, em Cocal do Sul, por armazenar e compartilhar arquivos de pornografia infantil. Ele foi detido em casa, onde agentes da Polícia Federal (PF) também apreenderam equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento.

Segundo informações da PF, as investigações foram iniciadas a partir de relatórios de informação produzidos pela Delegacia de Polícia Federal em Criciúma. Os dados resultaram na identificação do suspeito, que compartilhou arquivos com cenas de violência sexual contra crianças e adolescentes.

“O suspeito de 48 anos, que utilizava aplicativo para compartilhamento dos arquivos com usuários do mundo todo, foi preso em flagrante durante o cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão, expedido pela 1ª Vara Federal de Criciúma, pelo delito de armazenamento de arquivos com pornografia infantil”, afirma a PF.

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Ainda conforme o órgão policial, todo o material apreendido será submetido a perícia, com foco na identificação de abusadores sexuais e suas vítimas, bem como na busca de informações que possam indicar o envolvimento do suspeito com os crimes de produção de pornografia infantil e estupro de vulnerável.

Crime previsto no ECA

O crime de compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é punido com pena de reclusão de 3 a 6 anos. Já o crime de posse de arquivos de pornografia infantil, tipificado no mesmo Estatuto, é punido com pena de reclusão de 1 a 4 anos.

A ação policial faz parte da operação contínua P2J (Pedo to Jail) da delegacia, em alusão às redes P2P, focada na erradicação de materiais relacionados aos crimes de abuso e exploração sexual infantil.

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