Vias laterais começam a receber sinalização definitiva na BR-101

As alças laterais, em construção no KM 337,4 da BR-101 Sul catarinense, começam, nesta semana, a receber a sinalização rodoviária definitiva. O conjunto de placas, painéis e faixas sobre pavimento vão orientar o fluxo de veículos e pedestres com a retirada dos elementos de sinalização usados para o período de obras. As ruas laterais servem de ligação entre a rodovia federal e os bairros de Fábio Silva e São João (margem direita), bem como a entrada e saída da SC-390, rota entre a serra e o litoral.
As duas alças estão liberadas desde o início de março, quando a aplicação do pavimento asfáltico foi totalmente finalizada. Com a liberação ao tráfego de veículos, os trabalhos continuam para finalização das calçadas e sistema de escoamento pluvial (água da chuva). Com isso os motoristas precisam atentar e respeitar o espaço de obras, onde os trabalhadores e equipamentos que seguem alocados.
As frentes de serviço estão sinalizadas e identificadas, requerendo atenção redobrada principalmente ao acesso à SC-390 feito pela pista da esquerda (acesso pelo sentido sul). As atividades vão continuar nos próximos dias, com as condições de tempo estáveis, já que todos os trabalhos são feitos em área aberta.
As mudanças em andamento nas alças, ruas laterais e bordos da SC-390 fazem parte do programa de Melhoria das Travessias Urbanas, constante no conjunto dos 22 programas socioambientais e um Estudo do Plano Básico Ambiental da BR-101. Este programa tem como objetivo atuar sobre possíveis distorções no uso e ocupação do solo, na segregação urbana e intrusão visual.
Isto é, o considerável aumento na circulação de veículos em tráfego de longo curso, aliado à velocidade constante, como é o caso da duplicação da rodovia federal em zona urbana, gera certo conflito entre o espaço viário e o espaço urbano. Isso acaba causando sérios impactos para motoristas e pedestres, pois afetam o desempenho operacional das pistas e provocam a perda da qualidade de vida dos núcleos urbanos.
Colaboração: Muriel Albonico / Comunicação Dnit










