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Economia

Indústria de SC gera 40,3 mil empregos no ano até maio

Estado acumula 73,8 mil novos postos no acumulado do ano

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Indústria de SC gera 40,3 mil empregos no ano até maio
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O estado de Santa Catarina criou 73,8 mil novas vagas de emprego de janeiro a maio de 2025, segundo dados do Novo Caged, divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O setor industrial foi responsável pela maioria das contratações, com 40,3 mil novas vagas, puxadas pela construção civil, com 11,5 mil postos. O desempenho de contratações da indústria catarinense foi o terceiro melhor do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. No acumulado do ano foram criados 1,05 milhão de empregos no Brasil.

No setor industrial, o segmento têxtil, de confecção, couro e calçados foi o segundo com o maior número de contratações, tendo criado 6,4 mil novas oportunidades, de acordo com dados compilados pelo Observatório FIESC. A indústria de alimentos e bebidas apresentou o terceiro maior saldo de vagas formais na indústria no acumulado do ano, com 4 mil vagas.

Entre os grandes setores da economia, o de serviços foi responsável por 28 mil empregos formais no período, seguido pelo comércio, com 5,6 mil postos de trabalho. Já a agropecuária registrou saldo negativo de 108 vagas de janeiro a maio.

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Empregos em maio

Considerando apenas o mês de maio, Santa Catarina registrou saldo positivo de 366 empregos, com destaque para o setor de serviços, que registrou a criação de 1,3 mil vagas, e para indústria, com 250 novos vínculos formais. Por outro lado, a agropecuária teve resultado negativo com fechamento de 980 postos, reflexo do fim das safras de verão no estado. O comércio catarinense também registrou redução de 248 empregos.

“O resultado de maio mostrou uma desaceleração em relação ao mesmo mês do ano anterior. A política monetária restritiva reduziu a oferta de crédito para a indústria, que, somada a um cenário global mais desafiador, resultou em uma atividade industrial mais contida”, explica a economista Natalia Mayumi Von Zuccalmaglio, do Observatório FIESC.

Colaboração: Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas (FIESC).

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