Tratado como suspeito, adolescente vira testemunha no caso do cão Orelha
Em nota, Polícia Civil divulgou novos detalhes sobre o crime neste sábado
Por Patrick Stüpp - patrick.stupp@engeplus.com.br
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Mais detalhes foram divulgados sobre o caso do cão Orelha neste sábado, dia 31. Segundo informações da Polícia Civil, um dos adolescentes que teve a imagem divulgada como suspeito na participação da agressão, passou a ser testemunha. O caso de crueldade contra o animal aconteceu em Praia Brava, na Grande Florianópolis.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o adolescente passou a ser testemunha, já que não aparece nas imagens analisadas pela equipe de investigação. Além disso, a família também apresentou novas provas de que ele não estava em Praia Brava no período atinente às demais ocorrências em apuração.
Ainda no dia de hoje, a Polícia Civil também informou que mais um dos adolescentes envolvidos será ouvido em breve. Além disso, os policiais civis também ressaltaram que não foram encontrados indícios de o crime ter sido praticado motivado por grupos criminosos que usam a rede social para promover desafios criminosos para adolescentes.
“A Polícia Civil destaca ainda que segue com o trabalho de apuração de ato infracional envolvendo adolescentes suspeitos de maus-tratos, além de outros delitos. A investigação está em andamento e qualquer divulgação indevida de informações pode prejudicar o trabalho da Polícia Civil. Assim que novas informações puderem ser divulgadas, iremos mandar nova nota”, frisou à Polícia Civil.
Protesto
Devido ao ato de crueldade, um protesto também será realizado neste domingo, dia 1°, no município de Criciúma. A ação, organizada pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, acontecerá no Parque Municipal Prefeito Altair Guidi, a partir das 9 horas. A ação tem a expectativa de reunir voluntários, protetores independentes, organizações e cidadãos sensibilizados com a causa animal.






