Superintendente da Casan presta esclarecimentos na Câmara de Vereadores
Gilberto Benedet ressaltou a importância da Casan para Criciúma
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A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) por meio do superintendente regional, Gilberto Benedet esclareceu alguns pontos da instituição na Câmara de Vereadores de Criciúma. O debate aconteceu na sessão desta segunda-feira, dia 1º de abril.
A Comissão de Obras, Transporte, Indústria, Comércio, Abastecimento e do Trabalho propôs que a Casan estivesse na Câmara para prestar esclarecimentos, isto porque o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro discute o impasse com a Casan.
A proposta do prefeito de Criciúma é que a Casan repasse de 7% de royalties para investimentos, além da redução de 40% da taxa de esgoto, que é de 100% do valor da tarifa de água.
De acordo com o superintendente, os 225 funcionários da Casan estão apreensivos com a situação. “Em Criciúma, são abastecidos pela Casan 214 mil habilitantes com água tratada e 63.500 mil pessoas são atendidos com coleta e tratamento de esgoto. São dados que precisam ser elevados, porque o Organização Mundial da Saúde entende que cada R$ 1 que investimos em saneamento ambiental reverte em R$ 4,03 em saúde. Estamos tendo ganho em saúde”, comentou.
Benedet ainda ressaltou que o objetivo da Casan é identificar os problemas e trazer soluções ao município e que tudo seja com transparência, eficiência e qualidade. Ele ainda citou algumas obras em Criciúma. “Temos em obras o sistema de esgotamento sanitário do bairro Próspera é uma obra em andamento. O custo é de 55 milhões. A previsão da obra é de dezembro deste ano. Uma parte desta obra ainda precisa ser licitada”, lembrou.
Sobre percas de água, Benedet também comentou que Criciúma possui índices pequenos. “Percas não são apenas a água que está vazando. É algo mais complexo. Existem as percas físicas que são os gastos e percas comerciais que são fraudes, gatos e leituras incorretas. Dividindo entre as duas percas estão em média em 33%. É um índice muito bom”, afirmou.
“Queremos baixar a tarifa de Criciúma e região. Temos que determinar uma agência reguladora para ela fazer o estudo e verificar o que é necessário, isso é um encaminhamento primordial para conseguirmos debater tarifa. A Casan por lei não tem como fazer nenhum ajuste”, finalizou.







